Por onde começar
Esta é a lista dos guias publicados aqui. São textos escritos para quem precisa entender o próprio caso, com critérios, escores e nomes de medicamentos, sem promessa de resultado. Se você chegou por um exame alterado sem diagnóstico fechado, comece pelo guia de investigação. Se já tem diagnóstico e a doença não controla, comece pelo de doença refratária.
Investigação e diagnóstico
- Investigação de doenças autoimunes. O que cada exame sugere e o que ele não permite concluir. FAN, fator reumatoide, anti-CCP, VHS, PCR, anti-DNA, anti-Ro, anti-Scl70, complemento e ANCA em tabela.
- FAN positivo. O que significa, o peso do título e do padrão, e quando procurar reumatologista.
- Fator reumatoide alto sem artrite. Por que o exame pode estar alterado sem doença articular.
- Dor articular com exames normais. O que investigar quando nada aparece.
- Fenômeno de Raynaud. Quando a mudança de cor nos dedos sinaliza doença autoimune.
Doenças
- Lúpus refratário. Como separar refratariedade real de aparente, como se mede atividade, linhas de tratamento, nefrite lúpica e gestação.
Tratamentos
- Imunobiológicos e terapias alvo-específicas. As onze classes disponíveis, os exames obrigatórios antes de iniciar, os riscos de cada uma e como funciona o acesso no Brasil.
- Terapia CAR-T em doenças autoimunes. O que os estudos mostraram, os riscos e por que o acesso existe apenas dentro de pesquisa clínica.
Comparativos
- Imunobiológico ou inibidor de JAK. Mecanismo, os estudos de comparação direta com seus números, o que o ORAL Surveillance realmente mostrou e como a escolha é feita.
- Rituximabe ou CAR-T. Por que CD19 e CD20 não são equivalentes, o que cada um demonstrou e em que ponto do tratamento cada um entra.
Referência
- Escores e índices de atividade em reumatologia. DAS28, CDAI, SDAI, SLEDAI-2K, DORIS, LLDAS, BASDAI, ASDAS, DAPSA, mRSS, BVAS e outros, com faixas de corte e limitações de cada um.
Aviso
Todo o conteúdo desta seção tem caráter informativo e educativo. Não constitui recomendação de tratamento, oferta de terapia nem captação de participantes para pesquisa clínica, e não substitui a avaliação médica individualizada.
